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	<title>No buraco do coelho</title>
	<link>http://blog.marciopinheiro.com.br</link>
	<description>Crônicas, diálogos, contos, poesias e histórias....</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 17:57:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Agonia</title>
		<description><![CDATA[Quero que o mundo exploda Quero que o mundo ouça Quero que o mundo veja Quero que o mundo saiba Não quero explodir, não! Não quero me ouvir, não! Não quero me ver, não! Não quero saber, não! Explodi apertos que já sentira Ouvi gemidos que já experimentara Vi fantasmas que já se passara e [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/poemas/agonia</link>
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		<title>Noite Qualquer</title>
		<description><![CDATA[Dormir sozinho Alvorecer acompanhado Dormir carente Alvorecer cheio Anoitecer pensativo Acordar solícito Anoitecer buscando Acordar em lembranças Durmo, mas não quero Amanheço mármore Durmo carente Amanheço cheio Anoitece quente Acordo frio Anoitece em Vênus Mas&#8230; acordo em Marte]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/poemas/noite-qualquer</link>
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		<title>Louco, eu?!</title>
		<description><![CDATA[Estou louco há anos, mas são anos relativos. São longos relativamente à loucura absoluta que me foi dada. Dada por aqueles do outro lado. Tentei dizer que não era louco dizendo que era, e mais louco eu era em tentar convencer que estava louco quando eram eles que queriam fazer de mim um louco. Loucura [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/outros/louco-eu</link>
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		<title>Filhos das firmas</title>
		<description><![CDATA[Jo&#227;o. Acho que esse era o nome dele, se n&#227;o for deveria ser. A rosto pelo menos &#233; de Jo&#227;o. Jo&#227;o-ningu&#233;m, um ningu&#233;m. N&#227;o era e n&#227;o &#233; ningu&#233;m para mim, nem para voc&#234;. Lembro-me bem de ningu&#233;m carregando pastas e papeis. Sempre as pressas. Subindo e descendo as escadas aos respiros e pingos. Pensativo, [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/outros/filhos-das-firmas</link>
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		<title>Sexo</title>
		<description><![CDATA[- Ahhh! nada é melhor que fazer sexo! Relaxa, acalma. A vida fica bela e o mundo maravilhoso, né?. - Nem? Nem?!]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/dialogos/sexo</link>
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		<title>Serviços gerais</title>
		<description><![CDATA[- Menina! Você viu o colar novo da Cláudinha!? - Viii! Deve ter sido caríssimo&#8230; - Pera aê! - Alô! Sim! É ela mesma. Tô indo para casa. Não!! Eu tô no metrô, minha filha! Cheião!! Vai adiantando ae que a viagem é longa! Beijo! - Fala minha amiga. - Menina, foi o amante! - [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/dialogos/servicos-gerais</link>
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		<title>O mal-educado</title>
		<description><![CDATA[Central do Brasil. Volta para casa. Quem já passou pela experiência, sabe. Sim, eu defino para você. Pandemónio. Os painéis só confirmam a plataforma em cima da hora. As vozes só se manifestam para anunciar outros trens. Pessoas brotam do chão. É incrível como se vê pessoas de todos os tipos, raças, cores e tribos. [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/cronicas/o-mal-educado</link>
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		<title>Entrevista</title>
		<description><![CDATA[- Onde você vai? - Para uma entrevista. - Vestido assim?! - Claro que não, vou colocar uma camisa mais “soci”. E aí como ficou? - Eles não analisam o quesito moda não, né? - Acho que não. - Então você vai arrasar&#8230;]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/dialogos/entrevista</link>
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		<title>O doce</title>
		<description><![CDATA[O percebi assim que cheguei. Vi por entre os cantos dos olhos um escudo que insistia em entregar-lhe a quem quisesse provar. Mas pisem em suas intenções, pois, ao que lhe cabia, era calmo e leve, sem intenção de se mostrar. Era perceptível as ousadas marcas das sombras tímidas. Desci esquiando cada traço da topografia [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/outros/o-doce</link>
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		<title>Cigarro</title>
		<description><![CDATA[- Ei! que horas são, por favor? - Dez e meia. - Quer um cigarro? - Não, obrigado. Não fumo. - Esse é do bom! - Ah tá! se é do bom eu aceito! - Você acabou de dizer que não fuma! - Você me convenceu! - Dizendo que é do bom? - E isso [...]]]></description>
		<link>http://blog.marciopinheiro.com.br/dialogos/cigarro</link>
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