João. Acho que esse era o nome dele, se não for deveria ser. A rosto pelo menos é de João. João-ninguém, um ninguém. Não era e não é ninguém para mim, nem para você. Lembro-me bem de ninguém carregando pastas e papeis. Sempre as pressas. Subindo e descendo as escadas aos respiros e pingos. Pensativo, calado e mudo. Afinal quem daria crédito a ele. Você daria? Pois é, isso o faz ninguém, nem mesmo para o dono da pequena “grande” firma de sei lá o quê. Mas ele era e é alguém para alguém. Consegue ver alguma diferença entre ele e você? Sim! Como você acha que o cara da sala ao lado vê você? … João, deve ser esse o nome dele.

  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • LinkedIn
  • MySpace
  • PDF
  • Posterous
  • Reddit
  • RSS
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter